28 de fevereiro de 2011

Em reunião no MDA, Rebrip expõe preocupação com preços de alimentos

Integrantes da Rede Brasileira pela Interação dos Povos (Rebrip) se reuniram na última sexta-feira (26) com o ministro do Desenvolvimento Agrário (MDA), Afonso Florence, para conversar sobre a relação da agricultura familiar e as negociações internacionais.

Representantes do Instituto de Estudos Socioeconômicos (Inesc), da Federação de Trabalhadores na Agricultura Familiar (Fetraf), da Confederação Nacional de Trabalhadores na Agricultura (Contag) e Departamento de Estudos Rurais (Deser) expuseram suas preocupações com a questão da crise dos preços dos alimentos no mercado global, a posição do Brasil na discussão das mudanças climáticas, a cooperação internacional e a necessidade de o MDA continuar a ser propositivo nas reuniões de especialistas da agricultura familiar do Mercosul.

Esta reunião foi muito importante, pois o Rebrip pode apresentar ao novo ministro o trabalho que vem realizando, em conjunto com a assessoria internacional do MDA, desde o primeiro mandato do governo Lula. Esta parceria deve continuar porque precisamos - governo e sociedade - avançar muito em relação aos direitos da agricultura familiar nos tratados internacionais , declarou Edélcio Vigna, assessor do Inesc.

O ministro Afonso Florence expôs alguns problemas da pasta neste início de governo, e declarou que viu com satisfação a iniciativa da Rebrip. Avaliou que os pontos levados pelo grupo e as preocupações do MDA se complementam no sentido de consolidar a agricultura familiar no cenário político nacional e internacional.

Fonte: Instituto de Estudos Socioeconômicos (Inesc)

16 de fevereiro de 2011

Pernambuco sediará II Encontro Nacional de Agricultoras/es Experimentadores

Por Mariana Landin - Comunicadora Popular da ASA

Faltam pouco mais de dois meses, mas é grande a expectativa de Pernambuco para sediar o II Encontro Nacional de Agricultores/as Experimentadores/as, previsto para acontecer entre os dias 27 e 29 de abril, na cidade de Pesqueira, Agreste do Estado. O evento acontece numa data simbólica para o semiárido, o dia da Caatinga, comemorado em 28 de abril. A caatinga é o bioma predominante na região semiárida.

O encontro será promovido pela Articulação no Semi-Árido Brasileiro (ASA) e pretende reunir cerca de 250 pessoas, entre agricultores/as experimentadores/as de todo Semiárido, técnicos de organizações que integram a ASA e comunicadores populares.

O encontro reforça a importância de identificar agricultores/as familiares que participam da dinâmica da Articulação e que desenvolvem experiências exitosas de convivência com o Semiárido. “O encontro se propõe a mobilizar agricultores/as experimentadores/as, a partir do mapeamento de experiências consideradas inovadoras e que contribuem com o desenvolvimento sustentável da região Semiárida”, destaca Neilda Pereira, representante da Coordenação Executiva da ASA-PE.

Durante os três dias de atividade, serão realizadas visitas de intercâmbios, com o objetivo de estimular a reflexão sobre a ação política da ASA, a partir do protagonismo das famílias agricultoras.

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11 de fevereiro de 2011

Erradicação da extrema pobreza e direito à alimentação

Data: 11/02/2011

Renato S. Maluf
Estamos a poucas semanas do anúncio das ações a serem implementadas pelo Governo Federal visando à erradicação da extrema pobreza no Brasil. Em boa hora a presidenta Dilma Rousseff estabeleceu uma meta que re-energiza as dinâmicas sociais e políticas induzidas pelo Fome Zero e outras iniciativas no campo social, ampliando o horizonte com a pretensão de eliminar as marcas mais detestáveis de nossa profunda desigualdade social.

Os alimentos devem continuar a receber atenção prioritária, qualquer que seja o enfoque adotado para caracterizar a pobreza e desenhar os instrumentos correspondentes. Sabe-se que a pobreza engloba múltiplas dimensões e tem formas diversas de manifestação, de modo que é bastante heterogêneo o universo dos que podem ser considerados pobres no Brasil ou em qualquer outra sociedade. Contudo, as condições de acesso à alimentação estarão sempre entre os parâmetros que aferem as condições de existência dos indivíduos, famílias ou grupos sociais, em particular, daqueles em extrema pobreza.

É de esperar, portanto, que as ações a serem anunciadas se valham da legitimidade social e da experiência de integração nas políticas públicas já alcançadas, no Brasil, pela promoção da segurança alimentar e nutricional à luz dos princípios da soberania alimentar e do direito humano à alimentação adequada e saudável. Esse último foi recém- consagrado entre os direitos sociais previstos na Constituição Federal, ganhando visibilidade como referência mobilizadora da sociedade e orientadora de programas públicos. O decreto presidencial 7272/2010, assinado pelo ex-presidente Lula, determinou a elaboração de um plano nacional de segurança alimentar e nutricional até o final de agosto deste ano.

Ressalto três tipos de contribuição para a erradicação da extrema pobreza entre as proposições elaboradas pelo Conselho Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional (Consea), espaço aglutinador de ampla variedade de setores da sociedade e do governo. Primeiro, dados levantados pelo IBGE apontam que 30,2% dos domicílios brasileiros ainda sofriam, em 2009, de algum tipo de insegurança alimentar, desde episódios de fome até o comprometimento da composição da sua alimentação. Isto requer universalizar as transferências de renda pelo Bolsa Família e seguridade social e também o acesso à educação e saúde, combinadas com políticas específicas para grupos populacionais como povos indígenas e demais povos e comunidades tradicionais, populações rurais do Norte e Nordeste, populações em situação de rua e outras formas de pobreza urbana. Em todas as ações, crianças, idosos e mulheres demandam atenção particular.

Segundo, o Brasil carece de uma política de abastecimento com papel ativo do Estado articulando, de forma descentralizada, a ampliação do acesso à alimentação adequada e saudável com a promoção da produção familiar de base agroecológica. Promover profundas alterações nos modos de produzir, comercializar e consumir alimentos inclui, de um lado, controle do uso de agrotóxicos num país que se tornou o maior mercado mundial desses produtos, promoção de uma agricultura diversificada com incentivo às práticas da agroecologia, proteção da sociobiodiversidade, defesa dos direitos dos agricultores familiares, reforma agrária e acesso à terra e à água. As famílias rurais reúnem a dupla condição de grupo social com elevada incidência de pobreza extrema e produtores de alimentos.

De outro lado, a promoção da alimentação adequada e saudável requer ações educativas (associadas à prevenção) e o enfrentamento dos males de saúde provocados pela má-alimentação, por meio da atenção nutricional no SUS e da regulamentação da publicidade de alimentos. Dados oficiais de 2009 revelam que o excesso de peso entre a população adulta atinge 50,1% dos homens e 48% das mulheres; a obesidade já afeta 12,5% dos homens e 16,9% das mulheres. Entre os adolescentes, o excesso de peso atinge 21,5% dos homens e 19,4% das mulheres. Os significativos ganhos já conseguidos em relação à fome e desnutrição foram acompanhados da incorporação desses outros males entre os problemas de saúde pública que, note-se, incidem fortemente entre os mais pobres.

A crise internacional dos alimentos mantém os alimentos e a agricultura no centro dos debates mundiais. O mercado internacional caracteriza-se pela grande volatilidade nos preços das commodities agropecuárias. O índice de preços dos alimentos calculado pelo Banco Mundial estava, em dezembro de 2010, apenas 8% abaixo, em termos reais, do pico atingido em junho de 2008. Milho, trigo, arroz, soja, cevada e açúcar se destacam entre os causadores da recente alta.

Se ainda restavam dúvidas, confirma-se a necessidade de fortalecer, no plano interno, o papel regulador do Estado e montar o Sistema Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional, previsto pela Lei 11.346/2006. Não há erradicação de extrema pobreza bem sucedida quando os preços dos alimentos ficam ao sabor da especulação e da lógica privada. Entre junho de 2007 e maio de 2008, o custo da cesta básica aferido pelo Dieese em 16 capitais apresentou elevação anual entre 27,24% e 51,85%.

No plano internacional, mesmo que a alta dos preços seja saudada pelos benefícios que traz a um punhado de exportadores, o Brasil tem também responsabilidades a cumprir na promoção da soberania e segurança alimentar e nutricional dos povos. O Consea já iniciou debate a respeito. O foco se volta para cortar os elos entre especulação com ativos financeiros e preços dos alimentos, bem como avaliar as propostas que visam dar maior transparência aos estoques mundiais e instituir mecanismos para enfrentar as oscilações nos preços.

A terceira e fundamental contribuição diz respeito à participação e controle social dos programas e ações públicas que já se alcançou no campo da segurança alimentar e nutricional, assim como em várias outras áreas no Brasil. A composição intersetorial dos espaços de participação como os Conseas (nacional, estaduais e municipais) oferece um mecanismo particularmente útil na articulação entre setores de governo e entre as esferas de governo, em simultâneo com a interação governo e sociedade civil. É possível e desejável que o compromisso com a construção do Sistema Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional, de forma pactuada, entre as três esferas de governo e a representação social, venha em reforço ao cumprimento da meta de erradicar a extrema pobreza no nosso país.

Não seria realista - pior, soaria demagógico - pleitear a eliminação da desigualdade social e seu corolário, que são as formas relativas de pobreza. Mais grave, vivemos numa sociedade que é uma insaciável máquina geradora de desigualdade nas relações privadas e na sanha por se apropriar das benesses do aparelho de Estado por meio do Executivo, Legislativo ou Judiciário. No entanto, é perfeitamente possível extirpar as manifestações extremas que negam a um vasto contingente da população a possibilidade de viver uma vida minimamente digna. Para tanto, claros compromissos são requeridos e não apenas do Governo Federal, se não que envolvendo as três esferas de governo e os demais poderes, além de contar com decisiva participação e controle social.

Renato S. Maluf é professor da Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro, presidente do Consea e membro do Comitê Diretivo do Painel de Especialistas em Segurança Alimentar e Nutricional do Comitê de Segurança Alimentar Global (CFS/FAO).

7 de fevereiro de 2011

Já está disponível o regimento da 4º Conferência Nacional de SAN



Informe Consea 07/02/2011

O regimento da 4ª Conferência Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional já está disponível para consultas na Internet. O documento foi aprovado pelo Conselho Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional (Consea) e publicado no Diário Oficial da União em 22 de dezembro de 2010. O documento pode ser acessado na página eletrônica do Consea
clique aqui.
A 4ª Conferência Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional foi convoada por meio de decreto presidencial de 1º de dezembro de 2010. O evento vai acontecer no Centro de Convenções de Salvador, Bahia, entre os dias 7 e 10 de novembro deste ano e deverá reunir em torno de 2.000 participantes.

Como a 4ª Conferência acontece após a aprovação e promulgação da emenda constitucional 64, que incluiu a alimentação entre os direitos sociais dos brasileiros, o tema do encontro é Alimentação Adequada e Saudável: Direito de Todos .

O objetivo maior da conferência é o de construir compromissos para efetivar o direito humano à alimentação adequada e saudável, promovendo a soberania alimentar por meio de uma política e de um sistema nacional.
O evento vai analisar avanços, ameaças e perspectivas para a efetivação do direito humano à alimentação adequada e saudável e para a promoção da soberania alimentar em âmbito nacional e internacional.

Os conferencistas também vão avaliar e fazer recomendações para avançar o processo de implementação do Sistema Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional (Sisan) nas três esferas de governo. A idéia é que se fortaleçam três princípios defendidos pelo Consea: a intersetorialidade, a exigibilidade do direito e o controle social.

O evento será orientado por três grandes eixos temáticos: o primeiro é sobre avanços, ameaças e perspectivas para a efetivação do direito humano à alimentação adequada e saudável e da soberania alimentar; o segundo é sobre o Plano Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional; e o terceiro é sobre o Sistema e a Política Nacionais de Segurança Alimentar e Nutricional.

Eventos preparatórios em estados, municípios e Distrito Federal antecedem a conferência nacional. O cronograma é o seguinte:
Até 31.07.2011 - Conferências Municipais e/ou Regionais ou Territoriais
Até 15.09.2011 - Conferências Estaduais e do Distrito Federal
Até 31.08.2011 - Encontros Temáticos Nacionai

Fonte:
ASA-Comunicação
CONSEA - Informe

4 de fevereiro de 2011

Relatório sobre a segurança alimentar no país

Marcelo Torres

O Conselho Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional (Consea) divulgou em dezembro o relatório intitulado "A Segurança Alimentar e Nutricional e o Direito Humano à Alimentação Adequada no Brasil - Indicadores e Monitoramento: da Constituição aos dias atuais". O Consea tornou o documento disponível em sua página na Internet (www4.planalto.gov.br/consea) e pode também enviar o estudo àqueles que tenham interesse em obter um exemplar impresso da obra.

Trata-se de um dos mais importantes documentos já produzidos pelo conselho, elaborado por técnicos e especialistas do Consea e parceiros. O relatório apresenta um diagnóstico sobre os indicadores da segurança alimentar e nutricional dos brasileiros e a situação do direito humano à alimentação nos últimos vinte anos.

Segundo o grupo de trabalho responsável pelas análises, "o documento oferece ao conselho, aos governantes e demais atores sociais envolvidos com esse tema, um diagnóstico abrangente sobre a realização do direito humano à alimentação adequada no país, além de oferecer subsídios para a construção de uma agenda propositiva para os próximos anos no campo da segurança alimentar e nutricional".

De acordo com a pesquisa, "a maioria dos indicadores analisados descreve avanços importantes na realização do direito humano à alimentação no país entre a promulgação da Constituição Federal de 1988 e os dias atuais". O documento destaca o período de 2003 a 2010, com a inserção do combate à fome e a promoção da segurança alimentar e nutricional como prioridades do governo.

O relatório também aponta os desafios que o Brasil precisa enfrentar. Entre esses desafios estão o fato de o país ser o maior comprador de agrotóxicos do mundo, o risco da liberação de sementes transgênicas, a epidemia da obesidade (provocando doenças e mortes) e o elevado consumo de refeições prontas e de alimentos com alto teor de gorduras, açúcar e sal.

Outros entraves à realização do direito humano à alimentação, segundo o relatório, são a concentração de terras, as desigualdades (de renda, de étnias, raças e gênero) e a insegurança alimentar e nutricional dos povos indígenas e comunidades tradicionais, entre outros.

A comissão que preparou o relatório é composta por conselheiros representantes de comissões permanentes, Secretaria Executiva do órgão e representantes de diversas instituições públicas e não governamentais que participam de um dos grupos de trabalhos de trabalho do conselho. As pessoas e instituições interessadas em obter exemplares impressos do estudo podem enviar os pedidos para a secret.consea@planalto.gov.br . Ou podem também imprimir a versão eletrônica.

Clique aqui para obter o resumo executivo do Relatório.

Clique aqui para obter a integra do Relatório

2 de fevereiro de 2011

MDS vai realizar estudo sobre segurança alimentar de quilombolasMDS vai realizar estudo sobre segurança alimentar de quilombolas

O Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome (MDS) vai realizar este ano um levantamento sobre a segurança alimentar e nutricional de 173 comunidades quilombolas no país.

O objetivo é avaliar o perfil nutricional de crianças menores de 5 anos e descobrir como é o acesso das famílias aos serviços, benefícios e programas governamentais.

O estudo será desenvolvido em parceria com a Secretaria de Políticas de Promoção da Igualdade Racial (Seppir). Para realizar o trabalho de campo, o MDS contratou, por licitação, o Núcleo de Pesquisa, Informação e Políticas Públicas da Universidade Federal Fluminense.

O mapeamento será feito em comunidades que obtiveram título de posse coletiva da terra emitido pelo Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra) ou por órgãos oficiais estaduais entre 20 de novembro de 1995 e 14 de outubro de 2009.

A Secretaria de Avaliação e Gestão da Informação (Sagi) do MDS, responsável pela coordenação do estudo, promoverá oficinas técnicas regionais preparatórias para o levantamento.

Nesses encontros, os objetivos e a metodologia da pesquisa serão apresentados aos membros das comunidades. As primeiras oficinas deste ano ocorrerão em Belém, em 23 de fevereiro, e Santarém, dia 25 ambos no estado do Pará.

Fonte: Com informações da Ascom/MDS

Novo secretariado do MDS tem perfil técnico

O Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome (MDS) realiza nesta quarta-feira (02), em Brasília, a cerimônia de posse do novo secretariado, que terá perfil técnico. Os novos secretários comandarão projetos, programas e ações de transferência de renda, segurança alimentar e nutricional, assistência social e inclusão produtiva.

São seis secretários que, além de experiência em secretarias executivas na Esplanada dos Ministérios, são mestres e doutores. Suas ações contribuirão para o projeto de erradicação da extrema miséria no País, a meta principal do governo Dilma Rousseff.

Os titulares das secretarias são: Rômulo Paes, médico, especialista em Avaliação de Políticas Públicas e PhD pela Universidade de Londres, fica à frente da Secretaria Executiva do MDS.

Marcelo Cardona, é o secretário executivo adjunto. Formado em Ciências Contábeis pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul, foi secretário executivo do Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA).

Tiago Falcão, economista e mestre em Desenvolvimento Econômico pela Unicamp comanda a Secretaria Nacional de Renda de Cidadania (Senarc), responsável pelo programa Bolsa Família.

Maya Takagi, engenheira agrônoma, doutora em Economia Aplicada na Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), vem da Assessoria Especial da Presidência da República para assumir a Secretaria Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional (Sesan).

Denise Colin, assistente social, doutora em Sociologia pela Universidade Federal do Paraná, é a titular da Secretaria Nacional de Assistência Social (SNAS).

Ana Fonseca, historiadora, doutora em História Social pela Universidade de São Paulo (USP), assume a Secretaria Extraordinária de Erradicação da Pobreza, que substituirá a Secretaria de Articulação para a Inclusão Produtiva.

Paulo Jannuzzi, matemático, doutor em Demografia pela Unicamp, ficará à frente da Secretaria de Avaliação e Gestão da Informação (Sagi).

Fonte: Com informações da Ascom/MDS

ÁGUA PRA GENTE

*por William Ferreira A água passa nos canos, mas não é para os canos. É para as pessoas, para os animais, para as lavouras, até mesmo...